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A (falta de) visão e vida do calvinista cessacionista

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Julio Severo

Embora os calvinistas cessacionistas sejam conhecidos por sua oposição ferrenha aos dons sobrenaturais do Espírito Santo, o fato é que no contexto deles nem a fé nem os dons são realmente necessários.

Se alguém da igreja fica doente, o que eles podem fazer? Se o doente já foi predestinado para ficar doente, então qualquer intervenção em contrário (seja de dons, de fé ou de médicos) é um atentado contra a predeterminação divina.
Se o indivíduo foi predestinado para sarar da doença, a fé, os dons e os médicos são desnecessários.
Se o indivíduo foi predestinado para não sarar, ai de quem usar os dons ou a medicina paratrazer cura.

Para quê dons de curas se os doentes foram predestinados para ficar doentes?
Para quê dons de revelações para guiar poderosamente os seguidores de Jesus se eles foram predestinados para ir para onde devem ir?
Para quê pregar desesperadamente para os pecadores que estão indo para o inferno se eles foram, na teologia calvinista cessacionista, predestinados para o inferno?
Para quê frequentar a igreja se está tudo determinado?

Já frequentei uma dessas igrejas calvinistas que pregam contra os dons do Espírito Santo. Os membros precisavam desesperadamente de intervenções do Espírito Santo: calvinistas doentes e oprimidos, casando com espíritas, etc. Mas as pregações do pastor os desestimulavam de se aproximar do Espírito.

Muitos membros não frequentavam a igreja há muitos anos, embalados em sua falsa teologia de predestinação. E nas pouquíssimas vezes que iam à igreja, era somente para agradecer a Deus. Não havia o mínimo arrependimento de nada.

Na raríssima ocasião em que um demônio se manifestou em alguém da igreja, o presbítero (quase todos eles eram maçons, assim como o pastor) teve a coragem de tentar expulsar, mas o demônio foi logo revelando para a congregação seus pecados sexuais secretos.

Dá para entender por que pastores calvinistas cessacionistas evitam a todo custo expulsar demônios? Eles preferem desconversar e encaminhar casos de possessão para consultórios psiquiátricos!

Uma jovem calvinista casada com espírita (esse era o padrão dessa igreja calvinista: os homens e as mulheres sempre se casavam com espíritas fora da igreja!) levava seu bebê frequentemente para a benzedeira. E

sse comportamento só foi quebrado quando lhe explicamos que o Espírito Santo e seus dons sobrenaturais atuam hoje e que em vez de levar seu bebê ao diabo, ela deveria levá-lo a Jesus.

Um ambiente calvinista cessacionista é um ambiente de engano e opressão espiritual.
No fundo, é a própria Bíblia que é questionada.

Por que Jesus precisaria pregar para multidões se a maioria já estava predestinada ao inferno?
Por que Jesus precisaria dar dons sobrenaturais aos seus seguidores, para libertar os cativos do diabo, se a maioria das pessoas já foi predestinada para ser cativa do diabo?

No contexto da predestinação dos calvinistas cessacionistas, é tudo inútil: pregação do Evangelho, dons, libertação, etc.
Em muitos casos, o seguidor de Jesus precisa orar para que Jesus cure a mente de quem se tornou cativo dessa teologia.

Em alguns casos, só mesmo expulsão de demônios teológicos.

O cessacionismo (a heresia que ensina que os dons sobrenaturais do Espírito Santo cessaram dois mil anos atrás) só prospera onde a porta foi fechada para Deus e aberta para o diabo.

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